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A VIDA EM TRÊS TEMPOS...DE PASSAGEM...
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ONDE SERÁ DISCUTIDO UM COTIDIANO POR VÁRIAS FONTES. PESSOAS, CRIAÇÕES, INSTABILIDADES, PLANOS, DESEJOS...TRÊS VEZES A VIDA..A MINHA VIAGEM ACONTECENDO...POR VOCÊ... Comments: Sábado, Setembro 08, 2007 XXXIII. Macapá, Amapá, Brasil, 08, setembro, 2007 O universo do desapego, da distância, da mudança; fantasma que me persegue. Raízes alongadas que de alguma forma cobram nutrição, carinho, lugar de antigas lembranças. E quem sou eu? Quem me conhece amplamente, salões e salas de meu cômodo interior? A quem me traduzir como a buscar frondosa calma se em mim sou rebelia? E, de mim, somente eu sei, demais. E bem poucas vezes quero traduzir-me, assim como no poema de Ferreira Gullar. Bem poucas vezes. Mansidão de ambiente que no poema de Debussy, no prelúdio a um fauno, tudo se reverte em tensão. Uma vez escrevi um longo poema inspirado por essa obra. Mas, é a vida. A vida sempre será apartada, dividida, seguindo caminho disperso; caminhante de linhas tortas, de letras de pouca decifração. E tanta coisa passa por nós. Onde nosso lugar de pouso? Onde nossa casa de consolação? Existe paz no pensamento que não dorme, nem em sonhos? Sempre a se questionar posto que perdura a impaciência pela vida, o velho desassossego de Pessoa me toca. Estar bem é repousar em estrelas que brilham na escuridão. Outro céu a revelar muitos impossíveis. Domínios que nenhuma história jamais contará em uma dimensão de verdade entre dois mundos. Acima de nós somente mistério. Nada diante das escolhas, nossos esclausuramentos... L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 10:51 PM Comments: Comments: Quinta-feira, Junho 28, 2007 XXXII. Macapá, Amapá, Brasil, 28, junho, 2007 Os movimentos dos dias acontecem sem paradas bruscas. Tenho minha bela companheira do meu lado, minha indiazinha. Estou em outro pouso agora, na verdade já faz mais de um mês, vivendo em um teto por nossa conta, dois em um, como sempre sonhei. O tempo tem sido bom, a vida, minha bela senhorita. Tenho alguns compromissos de trabalho a cumprir, coisas que bem posso realizar logo. Aproxima-se tempo de folgas do meio do ano, preciso terminar dois capítulos para livros, adiantar meu projeto de doutorado, apontar novos lugares. Quem sabe outras paragens para próximo ano, quem sabe. Mas é preciso saber sempre que os caminhos da vida aparecem a nossa frente algo bem próximo dos meneios de árvore e vento, num momento certa maneira, noutro outro bocado. Mas tenho você do meu lado e adoro olhar seus olhos negros e ter seus braços comigo. Voltei a sentir a sua força comigo! Espero que te faça sentir-se bem. Tendo e desejo seu desejo. As coisas materiais do mundo são tão poucos motivos que parece que nos perdemos em achar que são grandes coisas no tempo. O céu está de um azul profundíssimo, de acordar dispoições. Por isso e muito mais daqui a pouco vou ao mundo. Participarei de duas bancas como avalidor de trabalhos de conclusão de curso, amanhã três orientadas minhas vão defender trabalhos. É a vida burocrática. Quero descansar um pouco nestas próximas três semanas, ir a um igarapé, um rio, tomar banho, deixar que o único movimento ao meu redor seja da água corrente, o rio da vida. Depois um pouco de açaí bem natural, uma redinha, soninho e acordar renovado. Mas, quero ir a Belém, sentir um pouco do movimento da grande cidade, perambular um pouco pelo Ver-o-Peso, beber uma desejada cerveja gelada...Vida! Vida! Vida! Obrigado! Que Deus te proteja. Que Deus te proteja, minha querida Aninha, saudades de outros tempos; meus queridos amigos. L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 2:11 PM Comments: Comments: Quinta-feira, Março 22, 2007 XXXI. Macapá, Amapá, Brasil, 22, março, 2007 Sempre em movimento, bela vida, belo momento. que não morra a sensibilidade dos toques das ondas que lembro. Vida, bela vida. Distante terra, olhos a revelia. TE AMO, de amor sentido, só isso...e algo mais...sempre...Volto depois, para te falar, vida... L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 6:15 PM Comments: Comments: Sexta-feira, Novembro 24, 2006 XXX. Macapá, Amapá, Brasil, 24, novembro, 2006 Maravilhossa é a idéia da vida! Viver e saber viver. Nunca vivi um tempo melhor, coisas podendo ser realizadas e planejadas. Vidas em comunhão, realidades acontecendo. Vou nestas férias desbravar terras e rios dos lados de cá. Farei viagens de reconhecimento, não tenho o minimo interesse de voltar a Natal tão cedo. Essa cidade tournou-se estranha para mim, com todas as lembranças e desabores. Mas não vale a pena falar disto, é importante falar de vida, presente, para o futuro. O caminhar está sendo muito bom. Tenho conhecido boas pessoas, tenho bons desafios. Em breve terei mais atuações, sociais, culturais, politicas, públicas, promovendo digamos, minha parcela nada egoista nem individualista de retribuição ao mundo, sem esperar nada em troca. Em breve falo mais. A cidade de Macapá está entrando em épocas de chuva. Sinto saudades de minha pequena Ana Socks, de meus queridos e amados White Socks, Bol Socks e Biau Socks, grandes amigos num tempo de minha vida. Saudades de minha querida mãe, de meu irmão. Mas agora, minha bela indiazinha me faz companhia, linda, verdadeira, companheira de planos e caminhadas, inteligente. Ainda assim sei, o futuro é sempre imprevisto, mesmo que possamos planejar. A vida é esse grande e belo mistério de luas e sóis. A poesia se renova, a musicalidade se apresenta, a criação é pungente. Somente algumas notas, minha querida, para que não percamos nunca mais o contato. Sempre renovo por você minha admiração e respeito, sempre. Agora que tenho esse notebook podemos viajar o mundo sem sair de nossos sonhos. L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 12:18 PM Comments: Comments: Terça-feira, Outubro 31, 2006 XXVIV. Macapá, Amapá, Brasil, 31, outubro, 2006 Novamente no ar, flanando, amando, criando, sendo...De passagem por esse lados...Mandem noticias, ondas que foram...Mandem-me noticias e seus toques... L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 9:45 AM Comments: Comments: Sexta-feira, Agosto 11, 2006 XXVIII. Macapá, Amapá, Brasil, 11, setembro, 2006 As coisas verdadeiramente mudam nesta vida. Tudo muda, nada permanece parado, nada. Costumava pensar que pdoeria ser para sempre, no entato, até mesmo essa condição é de passagem. Ainda assim, continuo a contemplar a vida, e vivê-la, como é posível viver a mágica dos dias e noites. Sem mais tanta solidão, sem mais tanta tristeza, sem mais tanto estar perdido em meio. Toco outras mãos amigas, outros gestos poéticos, outros motivos de criação e memória. Precisa dizer mais, senhorita? E continuar velhas magias com condição de vida, quem sabe um dia, quem sabe. Por aqui muito trabalho, muitas descobertas, muito a desbravar. O tempo tem sido bom para mim, agradeço a tudo, Senhor dos Tempos. Peço, com toda força e verdade, protege e guarda antigos sonhos e suas fontes, para que não haja injustiça nem traição de antigas maneiras de ser. Guarda e oferta serenidade a quem precisar, entende senhorita? Os fantasmas já estão mais distantes, acalmaram-se diante da grandiosidade da vida... As escolhas precisam ser respeitadas e conduzidas, como coisas que são daquilo de nossas liberdades. Saúde, sorte, e tudo de bom... Motivos de retorno nesse momento da vida... Melhor nem pensar, sigamos a correr do rio, sejamos mais solidários com a vida, distantes dos egoísmos. Para finalizar, somente uma antiga pergunta melhorada: O que se tornaram os toques das ondas que morreram? Beijo, L. (Erros de grafia, me perdoe. É o fluxo de meu pensamento ainda em aprendizado). postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 1:07 PM Comments: Comments: Quarta-feira, Junho 21, 2006 XXVII. Macapá, Amapá, Brasil, 21, junho, 2006 Tinha escrito uma grande texto, perdi...Acho que vou acabar com esse blog...Ninguém lê mesmo... postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 1:56 PM Comments: Comments: Segunda-feira, Junho 19, 2006 XXVI.. Macapá, Amapá, Brasil, 19, junho, 2006 Sentir o tempo, que grande mistério! Quanto mais tempo passa, mais olho ara além dessa mesma janela do quarto que ocupo, e olho para o céu, que momentos está zul-límpido, momentos está obscuro de cinza-chuva, e vejo você, somente você. Certamente morrerei esta vida vendo você em minhas orações, pensamentos, vontades e desejos. O preso está condenado a ver somente essa imagem, aquela imagem, esta presença, sempre aquela mesma presença em seus dias e noites. Estou condenado a isto. O que fazer? Tocar os dias? Aceitar, esquecer tudo? Somente isso? Gostaria de não pensar mais em nada disso. Adoraria passar meus dias em paz, livre, sem a presença de fantasmas, sem a falta que me consome à noite antes de conseguir dormir, esta mesma falta que me faz pedir proteção e guarda para você. Todas as noites,o mais tarde; todas as manhãs, o mais cedo. Sempre, sem perder de vista seus olhos e seu sorriso, que nunca tive, nunca. Te dei vida, perdi um pouco de mim que ainda restava. Feito uma pequena peça de reposição, sou somente um andante que não vê lugar de pertencimento, não vê braços e carinhos de pertencimento, não vê nada. Nem mesmo minha contemplação, acusada em outros tempo, consegue ver sem estar contamida pela tristeza, pela solidão, pela falta. Outro dia li que a felicidade é para os burros. Discordo, existe felicidade sim, mas tentamos o tempo todo complicar nossas vidas. Não quero ser professoral, nem dizer sobre o melhor dos mundos, mas vale a pena sim buscar a felicidade, ela existe, a conheci, vivi com minha felicidade, em raros momentos, mas vivi. O grande problema descoberto é que esse reencontro foi novamente adiado. E quem se nutre de minha condição são os poemas, quase me traindo se alimentam de minha condição e querem vir ao mundo aos momentes, tantos que preciso chamá-los atenção, "tenham cuidado com a poesia". E aparecem me estranham, mas saem quem sou, muito mais que eu próprio. A senhora música tem se aproximado, sorri para mim, mas parece que não estou do seu gosto. Algo nela me convence para o mais além, e aquio que seria uma música fica sempre para um próximo dia. Preciso ver essa relação com sensibilidade. Senhora música, preciso sempre de você, não me deixe também!!! Adoraria voltar a um dia qualquer do ano de 2003, segundo semestre. Mas não é possível, ainda. Adoraria voltar a sentir a ultima semana do mês passado, quando algo de bom me veio, nem sei o que...e se foi...novamente...Sensações, Amor, Verdade. Tem noites que pouco consigo dormir, como se houvesse algo ruim acontecendo...Senti isso ao longo da semana passada. O que será? Me diga... Do seu, sempre..., L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 12:58 PM Comments: Comments: Sexta-feira, Junho 09, 2006 XXV. Macapá, Amapá, Brasil, 09, junho, 2006 Sobre o que falar? Andar, andar, andar...Ando triste. Hoje caminhei pela cidade, atravessei ruas, vi pessoas, quase contemplo o pensamento delas que passavam bem próximas a mim. Minha mão buscava uma velha companhia. Meu pensamneto compunha um poemas solitário, não mais o Poema de Dois. Costumo rezar quando ando assim pelas ruas das cidades. Rezo ou converso com uma força-crença maior que eu. Acho que os dois. Estou num momento particularmente dificil. Muita coisa em exigência e metade de mim para o mundo somente. A outra metade está por ai, adejando onde gostaria de estar. Aqui esse final de semana vai haver a inauguração de um lugar bonito, haverá shows, acho que vou comprar uma boa garrafa de vinho e entorpecer meus pensamentos, em companhia de mim mesmo. Mas ainda não sei. Não vejo a hora de chegar o final do ano. Vou sumir nessa época. Buscarei somente motivos de memória. Estou pensando em ir a Natal esse final de ano, mas não exatamente para Natal. Vou ver se alugo um cantinho numa praia longer de tudo, sem a dita civilização e vou permanecer por lá ao menos um mês, vivendo sozinho, sem livros, papel ou caneta, sem nada a não ser as coisas naturais. Sinto grande angústia. Hoje caminhando, me acompanhava sempre um quanse choro, uma vontade de lavar minha alma, de ter a atenção der alguém. Mas não, é melhor me manter assim, em mim, não seria bom para ninguém que de mim se aproximase. É isso mesmo, coisa demais causa mal: amor demais também. Todo esse sentir acaba por tornar-se em algo que enche os olhos de água, a alma de vontade que pode, as mãos de solidão que procura, as noites de reza e pedido que tudo de bom aconteça para...Eu sei sim ser bom. Não sei ser ruim. E acho que me precipito em dizer isso. Mas não, é isso mesmo. A única precipitação que causo é cair desse alto sem fim tristeza adentro. Quanta falta...Mas por que tanto sentido, rapaz? Te respondo, senhora? Ando desencontrado na vida, tendo que sorrir por cortesia e gentileza. Meu oficio encontra as pessoas e devo ser recepitivo, enquanto em mim transborda solidão e vento. Se não fosse um certo compromisso de vida, certamente, já estaria nos braços do imponderável...Graças a Deus que ainda tenho essa prerrogativa. Sigo os dias. E suas ambições, rapaz? Posso sorrir um pouco, senhor? Concedo sim. Senhor, Tinha dois propósitos nesta vida: um se mantêm, outro desdem...Mas é melhor nem falar; o alcançe do mar é o horizonte. Talvez eu queira que a rainha do mar me socorra... Triste vida diária... Amor, L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 6:54 PM Comments: Comments: Quarta-feira, Junho 07, 2006 XXIV. Macapá, Amapá, Brasil, 07, junho, 2006 Sobre o que falar? Está bem perto do dias dos namorados. Bem perto. Data que teve para mim, como ultima lembrança, somente momentos ruins. Quem lê isso que escrevo? Certamente só eu mesmo. Se há olhos que passam e escondem -se de mim é porque de alguma verdade também buscam afastamento. Nem quero saber qual.Gostaria de estar hoje em Natal. De mãos dadas com meu amor a passear ruas e avenidas, lugares da moda, de luzes inebriantes, em lençóis de sentimentos e sensações. Mas, não me é possível. Gostaria de sentir quase tudo aquilo que senti exatamente há um ano atráz, quase tudo, ,um bocado daquilo tudo. Coisas que somente eu sei. Em meu diário de notas sobre o viver estão lá todas as coisas contempladas e vividas. Um livro já formado e em formação sobre angústias que consegui em parte deixar em outro tempo. Mas sinto falta, a verdadeira falta que ainda me comove. Em noites escuras de quarto de dormir está lá a meu lado companhias de pensamentos e solidão de querer. Somente eu ao final. Ligo fios de vida e bem querer que sei, chegam no lugar que penso, para quem penso, mas... Renunciar a vida de um sonho é a pior parte. Matar um sonho porque há o estranhamento da felicidade, meu Deus, tem sido uma provação. O que é contrário a felicidade? Penso que ela existe sim. Mas o que é a felicidade? E me vem imagens: Prometeu acorrentado, no velho mito; a linha que se alonga no labirinto do Minotauro; um vicio de convivio sem verdade pelo puro desprazer de ser sem saber ser. Essas coisas postas são o contrário da felicidade, se repetem, perdendo a cada novo ciclo sua cor, seu cheiro, sua sensação; tornando-se nada mais que rotina, por si só aquilo que roda, contexto sem rima. Desencontro, desassossego, perturbação, medo, falta, queda, fraqueza, tantas coisas não gostaria de ver. Mas vejo, quando buscando o melhor. Mas por que sempre o melhor se deseja? Para não se dar a brecha para o ruim, o mesquinho, o mediocre, o simulado, o dissimulado, o arremedo, aquilo que se acostuma. Onde está o laço fiel que não na irmandade? O tempo de crença descortinado na boca que fala e diz: dane-se o mundo em meu recado. Mas assim não valeria a vida. Dentro ainda vive um vão tranbordamento -assim como esse mesmo verso em música - ainda vive o compromisso, ainda vive a crença. O que se diz fim ali ou acolá, é somente uma maneira de dizer calma, vamos esperar. E o que não vejo sinto. O que não posso, não destruo nem minto. Essa verdade tenho levado comigo. e sinto saudades. Se falei em/de você, leitor ou leitora. Acrescento que certamente algo de/em você pede seu socorro. Hoje, somente melhor que ontem, em busca da melhoria do amanhã. Amorosamente atento, L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 1:22 PM Comments: Comments: Sexta-feira, Junho 02, 2006 XXIII. Macapá, Amapá, Brasil, 02, junho, 2006 Quanto de felicidade vale uma vida? O que é ser feliz? Responda você mesmo rapaz. Gostaria, eu sua consciência, de poder dar um pouco mais de ajuda nesse caminho. Parece tudo tão dificil, tudo tão perdido. Quer saber o motivo de tanta confusão? O engado dos olhos. Onde está a luz dos olhos de outros tempos. Aquela luz, rapaz, que você via a sua frente como algo calmo e sereno. Não procure respostas fora de você, mas dentro de sua vida. A quem você promete de nada vale se você não possuir aquela verdade luminosa. De que adianta seguir a vida a toa. De que adianta toda liberdade de caminhar nas ruas da cidade se dentro do coração selvagem, como diria a senhora Lispector, o mundo está a revelia. Dome sua própria natureza, rapaz. Cada um constrói sua própria realidade. Cada um adimita a realidade de suas próprias penas. Sinta-se mais leve, sem obrigações, sem amarras, sem medos, sem angustias, sem traumas, sem combranças, sem pressões. Tende sentir-se como alguém buscando somente a si próprio como primeiro e melhor motivo de vida. Nada de individualismo barato, nada de esquecer o próximo, mas saiba que não adianta querer ajudar o próximo quando este não quer ser ajudado. Dê tempo aos desejos, vontades e amores. Tudo tem seu tempo. Aprenda sempre que a natureza humana é ser assim mesmo, inconstante lutadora pela constância. Quando quiser manter a vida limpa converse comigo, ou seja, com sua própria consciência. e não queira culpar aos outros dquilo que você não consegue entender, realizar, resolver. Tudo tem seu tempo. Há separações...desencontros...e reencotros na vida. Assim como a vida contempla visões que nem todos conseguem ver... DO QUERER SOMENTE UMA VASTA ILUSÃO...DO AMOR... L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 12:32 PM Comments: Comments: Sexta-feira, Maio 12, 2006 XXII. Macapá, Amapá, Brasil, 12, maio, 2006 O que posso dizer que já não venho dizendo durante todo esse tempo? Sinto uma grande angústia nesse momento. Angustia de querer e não poder. Angustia de saber e ter aberturas para uma maior ação. Angustia por toda mudança. Falo de mim, para mim. Que seja bem entendido. Tomamos decisões, escolhas, caminhos nessa vida que devem ser construidos pela impulsividade. É preciso ter em mente que alimentamos agora o nosso futuro, sempre, em todos os minimos detalhes. A planta segue linda e frondosa se foi bem cuidada, disciplinada em maneira de crescer. Assim mesmo são as criaturas humanas. Não adianta os subterfúgios, a verdade como diziam os gregos é o alimento do tempo. Ele, o tempo, sempre retorna. Cuidado rapaz, cuidado. Você pode falar dos seus dias, de suas contemplações, mas deve saber que aquilo que o sensibiliza vem de longe, de sua história recente, antiga, ida, passada. Como você pode tomar decisões finais se você ainda está inacabado? Ainda possui medos, melindres. Mas, é preciso contemplar uma qualidade de ser. Não adianta o tempo todo ter a justificativa da liberdade, ,da liberalidade, não vale porque o tempo se vai, e será mais uma chance perdida. Você, rapaz, precisa ter cuidado ao definir sua vida. Esqueça a impulsividade. é preciso qualificar o convivio com as pessoas. Elas são em boa parte nosso reflexo. Você é, também, o que faz das pessoas. Não perca isso de vista, rapaz. Sua saudade e falta um dia será reconhecida, mas por hora pare de pensar em você mesmo e pense no mais além; como pode melhorar, ajudar o mais além. Pense que você nesse momento possui uma missão de vida, o seu mais além próximo-perto, do coração serlvagem, como dizia Lisperctor. Se deve calar a poesia do poema saiba que sua poesia é valorosa, e deve ser reconhecida pela expontâneidade que ela contêm. Sua poesia sabe disso. Nem todos possuem o saber decifrar, sua poesia o sabe. Seus poemas devem falar do que ver, mas não conseguem alcançar o motivo principal, nesse caso fale sobre o ver. Os sentidos enganam e sempre mais entorpecem. No seu caso, meu rapaz, os sentidos são da alma. E repito, não tenha medo de me procurar quando precisar de mim: um pouco da consciência que te acompanha sem esperar retribuições, mas somente sua paz; já que estou em você. Peço a você que compartilhe comigo sua angustias e não se sinta invadido, incomodado com minha presença de alguma maneira. É que temos uma antiga ligação de existências. Podes duvidar disso, meu caro, mas não podes desacreditar de todo. Não sou seu invasor, sua aquilo que entende e sente duas tristezas e desesperos. Cuidado. Não se submeta a nada achando que é melhor uma calma momentânea. É preciso aprender a ceder um pouco. Seja um pouco mais leve, rapaz. O marinheiro precisa respeitas o mar, não esqueça. Querer estar sozinho é bom, mas cuidado com o que você está construido do seu futuro. Novamente, o tempo de hoje estará no amanhã. E como nem sempre é possível a vontade, saiba que na escuridão sempre te ilumino em pensamento e oração. Sorte, Serenidade, Paz, Amor. Por que será que sempre espero um comentário sensível? Mas quem lê contemplações? ; ) ps.: Ontem caminhei um pouco à tarde, sozinho como sempre, buscando luz. Estou tentando e não me afasto. Gostaria de escrever tanto, mas...o melhor parece o que não se vê tão diretamente...Cuidado, rapaz...Segure minha mão... L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 12:33 PM Comments: Comments: Quarta-feira, Maio 10, 2006 XXI. Macapá, Amapá, Brasil, 10, maio, 2006 Como vai o mar, marinheiro, singrando o passado não queira mal dizer a vida. Os ventos sempre irão soprar respeite a partida e o tempo de volta. Não esqueça, sua rota é a mesma. Seja fiel a sua definição. Não se deixe tocar, inebriar pela beleza das ilusões desse mar, não queira descobrir mais profundezas, mais nenhuma além daquela que você já sabe. Não tenha medo se alguém vier visitá-lo na madrugada. Uma miragem pode ser mais real por estar pedido socorro, naufraga de outras embarcações. Abrace sua lida, conduzir essa alma perdida de encontro a sua calma. Ainda assim, peça resposta a uma questão que deve ser posta: Minha querida verdade aparecida, o que inquieta você em tão longas horas, será que estás perto de encontrar sua verdade, estará como sempre em mim? Amor, L. Não esqueça da contagem do tempo...Logo pode ser outra vida, outro desencontro, ou... postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 3:48 PM Comments: Comments: Sábado, Abril 29, 2006 XX. Macapá, Amapá, Brasil, 29, abril, 2006 Certa odalista dança movimentos no ar como folhas na brisa de um mar nordestino. Certa senhorita no tempo que com olhares de mistérios retorna a vida enquanto sua música ainda ressoa mistica como a vasta pura ilusão do querer. Certa odalista ainda não sabe mas no terceiro tempo abrindo a porta do quarto encontra um outro contratempo- a sua música, em outro movimento. A coisa mais bonita era aquele rodopio com as mãos e os olhares de menina... Brilhe, moça de meu maior mistério, brilhe... Saudades... L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 9:56 AM Comments: Comments: Segunda-feira, Abril 24, 2006 XIX.. Macapá, Amapá, Brasil, 25, abril, 2006 Enquanto seu brilho Teu me apago Da esfera os cem lados. Chama meu coração meu coração selvagem, no meio da madrugada para que eu do sono perdido possa tentar compor, na escuridão, um mundo de imagens reluzentes. Assim, quem sabe, exista paz nessa distância entre dois corações novamente desencontrados... Saudades, L. postado por: <:LMA3@HOTMAIL.COM> 9:48 AM Comments:
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